...pego minha várinha [que não funciona] e continuo re-inventando sonhos!
[melhor assim]
Não se tocar, não pedir um abraço, não ri, não dizer nada, não pedir ajuda, não dizer que estou ferida, que quase morri, fechar os olhos, ouvir o barulho do mar, fingindo dormir, que tudo está bem, o coração rasgado, tudo bem...ainda esta tudo bem
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sábado, 16 de janeiro de 2010
Nos piores momentos, lembre-se: quem é capaz de sofrer intensamente, também pode ser capaz de intensa alegria.
Parei, Abri os braços paralelamente aos ombros e respirei de uma só vez todo o ar que os meus pulmões puderam alguma vez absorver... Senti a brisa fresca e húmida a trespassar-me a pele e pensei por instantes em deixar-me cair naquele abismo tão profundo quanto a mágoa que o meu peito transportava. Fechei os olhos para soltar a lágrima... aquela ultima lágrima e recuei um passo atrás, seguido de outro e mais outro e mais outro, afastando-me assim do abismo e lançando-me de olhos fechados á minha sorte. Em cada passo recuado, uma voz fazia-se latejar em minha cabeça...uma voz firme e doce, uma voz de força que me encorajava a viver com o que me restava, ou melhor, com o que havia adquirido.... Uma nova Vida! Abri os olhos, limpei a lágrima, olhei em volta e tomei consciência do quanto já me havia afastado daquele abismo. Compreendi o quanto este coração queria ainda viver e ser feliz e a tamanha esperança que o abarcava. Levantei os olhos para o Céu e prometi a todos os que me olhavam que continuaria o meu caminho sem ressentimentos ou magoa. Retirei o escudo do meu coração e preparei-me para uma nova batalha frente a frente... Limpei as armas e arrumei. Adquiri novas estratégias e estudei novos planos. Decidi partir à conquista usando apenas o CORAÇÃO.